Jornal F7 – A notícia levada a sério! – Página: 408 – Notícias e Entretenimento

Militares e aliados de Bolsonaro pedem saída de Weintraub.

O ministro Abraham Weintraub (Educação) entrou na mira das reclamações do presidente Jair Bolsonaro. As queixas reacenderam o incômodo da ala militar do governo e a antipatia de congressistas.

Com o incômodo de Bolsonaro, auxiliares presidenciais e parlamentares retomaram movimento para convencê-lo a demitir Weintraub após o arrefecimento da pandemia do novo coronavírus.

Em conversas reservadas, relatadas à Folha de S.Paulo, o presidente se queixou da resistência do ministro em ceder espaço para indicados do centrão e em adiar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Além disso, Bolsonaro avaliou que Weintraub passou do ponto em crítica feita ao STF (Supremo Tribunal Federal) em reunião ministerial realizada no fim de abril.O mal-estar foi visto como uma oportunidade tanto pelo núcleo militar como pelo centrão de pressionar por uma troca. O desempenho do MEC é criticado pelos dois grupos desde o ano passado.

Congressistas passaram a apostar na troca do comando do MEC após a pandemia.

Na tentativa de pressionar por uma mudança, integrantes do governo têm citado pesquisas de opinião que demonstram uma queda na avaliação pública do ministro, bem como uma insatisfação com a educação pública do país. A ideia é que elas sejam apresentadas ao presidente.Em reuniões nas últimas semanas, ministros palacianos têm afirmado a deputados aliados que o governo identifica fragilidades em Weintraub. Há ainda resistências na equipe econômica e técnica.

Segundo auxiliares presidenciais, Paulo Guedes (Economia), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) já reclamaram da postura do colega.Recentemente, o ministro da Educação colocou entraves para liberar a nomeação de indicados pelo centrão no FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). Ele reclamou que, no ano passado, teve problemas com indicações políticas no órgão federal.

O ex-presidente do FNDE Rodrigo Dias, demitido em dezembro, tinha a chancela do PP e do DEM, principalmente do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).Weintraub já disse a interlocutores que demitiu Dias porque suspeitava de que ele estaria prestes a fazer “coisa errada” no FNDE. O ministro também dizia que a gestão da estrutura teria de ser correta.

Por essa razão, Weintraub resistiu inicialmente a atender o pedido de siglas como PP, PL e Republicanos para abrir espaço não apenas na presidência do órgão, mas também em diretorias estratégicas.

Na semana passada, Garigham Amarante Pinto foi nomeado para a chefia da Diretoria de Ações Educacionais. Ele é nome de confiança do ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, que comanda o PL.

Weintraub chegou a sugerir que o ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, assumisse a gestão do FNDE para dividir a responsabilidade com ele. O general rejeitou a proposta.Sob o risco de ser demitido caso não concordasse –possibilidade que Weintraub ouviu do próprio presidente–, o ministro da Educação cedeu.

Desde então, a cúpula fardada voltou a defender a necessidade de que o presidente demita o ministro e também o irmão dele, Arthur Weintraub, que atua na assessoria especial de Bolsonaro.Aliados do presidente atribuem a Arthur forte influência sobre o mandatário e dizem acreditar que ele acaba influenciando nas decisões de Bolsonaro com teses radicais.

O episódio do Enem também passou a ser exemplo citado por deputados governistas. Weintraub resistia ferrenhamente em ceder e adiar a data da prova, mesmo com a reclamação de professores e estudantes e de sinais de que poderia sofrer uma derrota no Congresso.Em reunião na semana passada, Maia conversou sobre o assunto com Bolsonaro. O presidente, naquela ocasião, ficou de avaliar o adiamento.

Internamente, Weintraub bateu o martelo de que não seria possível adiar a prova. Em um contraponto, ministros palacianos e o próprio presidente se mostraram mais maleáveis.Mas, ainda assim, diante da iminente derrota no Senado, o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) trabalhou junto a líderes do centrão para jogar a discussão sobre o assunto na Câmara para agosto.

Inicialmente, alguns líderes partidários demonstraram disposição em trabalhar por essa alternativa, até em retribuição pelo fato de Weintraub ter cedido no FNDE.Dentro do próprio grupo, porém, não havia consenso e houve a avaliação de que o projeto seria aprovado.

Em reunião com congressistas, o ministro ouviu o diagnóstico de que perderia no Congresso. Ele avaliou se antecipar e divulgar antes o adiamento da prova. Ainda assim, ele estava resistente.O martelo, então, só foi batido quando Maia telefonou para Bolsonaro, nesta quarta-feira (20), e avisou que o governo ia perder.Naquele momento, o presidente determinou que Weintraub adiasse a prova. Em conversas reservadas, reclamou da insistência do ministro.

O gesto, para congressistas próximos do governo, foi mais uma demonstração de que, nas quedas de braço internas, o ministro da Educação sempre perde e acaba apenas gerando desgastes.Um outro episódio que gerou mal-estar foi crítica feita por Weintraub aos ministros do STF em reunião ministerial do dia 22 de abril.

A gravação do encontro foi enviada ao ministro Celso de Mello como parte do inquérito que apura acusação feita pelo ex-ministro Sergio Moro (Justiça) de que Bolsonaro teria tentado interferir na Polícia Federal.

Segundo o relato de pessoas que assistiram ao vídeo, Weintraub disse que ministros do STF tinham de ir para a cadeia.

A crítica foi considerada uma ofensa grave por integrantes da corte e dificultou a relação conflituosa entre Executivo e Legislativo.

Presidente Bolsonaro é a personificação do mal, diz Camila Pitanga

A atriz Camila Pitanga, a Olga de “Aruanas”, revela que o Brasil hoje vive aos moldes de um governo de extermínio. E, segundo ela, a série, que mostra o contraponto entre quem quer arruinar a Amazônia contra quem que defendê-la, abre os olhos do povo para o problema.

“Aruanas colabora em abrir o olhar para não ficarmos anestesiados e não deixar passar o que está acontecendo. Não é nem questão de esperança, mas de botar a voz no mundo.

Sabemos que há um governo com política de extermínio, mas temos sociedade que tem voz e pode falar, pode capitalizar um movimento de repúdio”, opina ela em live com o F5.

Camila também opina sobre a postura de Jair Bolsonaro sobre o momento em que vivemos de pandemia. De acordo com ela, ele tem uma postura genocida.

“Ele está com uma insensibilidade atroz. É a personificação de uma postura fascista, postura genocida, é a personificação do mal.”

Parceiro de elenco dela, o ator Luiz Carlos Vasconcelos, o vilão Miguel da trama, tem opinião semelhante. “O dia que se anuncia dez mil mortos ele anda de jetsky? É desumano. Nem passa pela cabeça dele o real sofrimento do outro.”

Nacional-URU vai intimar o Palmeiras pelo pagamento de Matías Viña

O clube uruguaio pretende enviar os documentos ao corpo diretivo do futebol mundial exigindo a quitação do valor, pendente desde o mês de março, e concederá aos Verdão um prazo de dez dias. Caso o alviverde não pague, o Nacional levará a questão para a Fifa.

O periódico ainda informa que o Palmeiras pediu mais tempo para completar o pagamento e tentou ampliar o número de parcelas, alegando problemas financeiros por conta da pandemia do coronavírus.

Porém, José Decurnex, presidente do time uruguaio, afirmou que o prazo firmando inicialmente tem que ser respeitado.

Viña foi contratado pelo Palmeiras no começo deste ano por 3,5 milhões de euros (R$ 16,5 milhões na época), que foram divididos em três parcelas. Com contrato até o final de 2024, o lateral fez seis jogos na atual temporada.

 

Urgente: Avião comercial cai em residências no Paquistão

Um avião da Pakistan International Airlines caiu nesta sexta-feira (22) em uma área residencial de Karachi, no Paquistão. A aeronave seguia para o aeroporto Internacional de Jinnah, um dos aeroportos mais movimentados do país.

Ambulâncias e carros de bombeiros se deslocaram para local de acidente com avião comercial perto do aeroporto de Karachi, no Paquistão, nesta sexta-feira (22)  — Foto: Akhtar Soomro/ Reuters

O voo PK 8303, que tinha partido da cidade de Lahore, transportava 99 passageiros e oito tripulantes, segundo informações iniciais divulgadas por Abdul Sattar, porta-voz da autoridade paquistanesa de aviação.

Equipe de resgate joga água em parte de aeronave da Pakistan International Airlines que caiu em área comercial de Karachi, no Paquistão, nesta sexta-feira (22)  — Foto: Asif Hassan / AFP

Testemunhas disseram que o Airbus A320 tentou pousar duas ou vezes antes de cair perto de Model Colony, um bairro de Karachi a cerca de 3,2 km a nordeste do aeroporto. Equipes de resgate relataram que casas ficaram danificadas no bairro que é pobre e muito populoso. A fumaça foi vista à distância.

Uma emissora local mostrou muitas pessoas que se aglomeravam perto do local da queda do avião e ambulâncias que tentavam se deslocar.

Um funcionário da aviação civil disse à Reuters que aparentemente o avião teve uma falha técnica no trem de pouso, mas que ainda é cedo para determinar a causa do acidente.

O acidente ocorre apenas alguns dias após o país começar a permitir a retomada dos voos comerciais após o bloqueio imposto para conter a propagação da pandemia de Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Uma nuvem de fumaça é vista após o acidente de uma aeronave em Karachi, no Paquistão, nesta sexta-feira (22)  — Foto: Twitter / Shahabnafees via Reuters

 

Ex zagueiro Chicão revela tentativas do Palmeiras tirá-lo da Corinthians

Em live nesta quinta-feira (21), no Canal do Nicola, no YouTube, o ex-zagueiro Chicão contou sobre a sua chegada ao Corinthians. Vindo do Figueirense, o atleta chegou ao clube paulista em 2008, para jogar pela série B. Porém, o destino do jogador poderia ser outro, já que o maior rival do clube tentou atravessar o negócio.

“Inclusive, teve um treinador do arquirrival que tentou me tirar do Corinthians. Isso o Antônio Carlos Zago até contou em uma entrevista dele. Mas eu falei que já tinha dado a minha palavra, o dinheiro poderia ser maior, mas não ia voltar atrás. Até porque eu estava correndo atrás de realizar meu sonho que é jogar no meu clube de coração”, contou Chicão, que continuou a dar detalhes da história

“Foi direto com o clube (as tentativas). O próprio Vanderlei (Luxemburgo) já falou isso, que ele em 2008 tentou atravessar a negociação. Faz parte. Mas eu já tinha dado a palavra com o Antônio. O dinheiro poderia ser maior, o clube tava na série A. Mas eu dei minha palavra, não ia voltar. E também jogar no clube de coração não tinha preço“, explicou o zagueiro.

Segundo Chicão, a proposta do arquirrival ainda era maior, financeiramente. Porém, o ex-atleta tinha o sonho de defender o Corinthians, time da família e do próprio Chicão..

“Ia ganhar mais, mas eu tinha a ambição de jogar num clube, de virar ídolo. Não tem preço de você jogar no time do seu pai, da sua família. E seu pai sentir orgulho de você”, revelou o zagueiro da final do Mundial de 2012 a Jorge Nicola

Chicão acabou escolhendo o Corinthians, clube que defendeu deu 2008 a 2013 e se tornou ídolo. Participando de toda a reconstrução do time desde a série B, deixou a equipe já consagrado e foi jogar no Flamengo. Logo após deixar o futebol carioca, o arquirrival tentou contratá-lo. E de novo ouviu um ‘não’.

“Em 2014, quando eu saí do Flamengo também, houve uma sondagem do Palmeiras, mas aí eu não jogaria mais no Palmeiras. Eu tenho um respeito muito grande pela instituição Palmeiras. Mas daí eu ia ter que conquistar tudo novamente. E eu já tinha conquistado 33 milhões de torcedores, o carinho, o respeito, a admiração“, contou Chicão, que negou de bate-pronto ao menos ter balançado com a proposta.

De forma nenhuma. Quando houve a consulta eu já disse que não e nem quis saber sobre valores”, finalizou o ex-zagueiro.

Mãe chega em casa, escuta sons estranhos e descobre o que seu pai fazia com a filha: vídeo

Um vídeo que foi publicado no youtube há pouco tempo atrás, mostra o exato momento que uma mãe chegou em casa e começou a escutar sons estranhos vindo de dentro de sua casa. Então a jovem, afim de registrar o que estava acontecendo, pegou seu celular e começou a filmar indo em direção ao local de onde estava vindo o barulho estranho.

Ao chegar no cômodo, ela viu seu pai e sua filha pequena fazendo algo que ela nunca imaginou. O vídeo foi publicado na web e viralizou, alcançando milhares de pessoas no youtube, twitter e facebook.

Acontece, que um belo dia, como qualquer outro, uma jovem, que é mãe de uma filha pequena, estava voltando do trabalho e ao passar do portão de sua casa, ela começou a escutar um barulho estranho, notando que não estava vendo nem o pai e nem a filha indo cumprimentá-la, ela foi até o local.

Acontece que o pai da mulher, no caso avô da filha dela, estava protagonizando uma cena hilária com a netinha.

Como você pode ver na filmagem, o homem estava dançando com grande agitação enquanto segurava o berço de sua pequena netinha, que o observava cuidadosamente tentando imitar os passos efusivos de seu avô. Veja o vídeo logo abaixo:

 

Mulher confessa que matou e enterrou marido: “era muito violento”

Uma mulher de 38 anos confessou que matou e enterrou o corpo do marido no jardim de sua casa, em Goiânia. 

O crime aconteceu ainda em 2018, mas o cadáver só foi desenterrado essa semana pelo Corpo de Bombeiros, com apoio das equipes da Polícia Civil.

A mulher disse que matou o marido com uma facada no peito enquanto o companheiro a enforcava durante uma briga. 

Após o crime, com o auxílio de um usuário de drogas do setor, a autora enterrou o corpo no jardim da casa onde mora até hoje.

A criminosa explicou que o marido era muito violento e o matou por não aguentar mais as agressões contra ela e as filhas menores.

A autora foi presa em flagrante delito e responderá por homicídio e ocultação de cadáver.

Brasil supera 310 mil contaminados por coronavírus e tem recorde de 1.188 mortes registradas em 24h

Em novo recorde, o Brasil atingiu a marca de mais de 310 mil casos confirmados de coronavírus, sendo mais de 100 mil novas infecções em apenas uma semana. Foram 18.508 novos casos nas últimas 24 horas, elevando o total para 310.087. Entre ontem e hoje, o Ministério da Saúde contabilizou 1.188 novas mortes decorrentes da doença, o que elevou o total de óbitos para 20.047 segundo dados divulgados nesta quinta-feira .

Nas duas últimas semanas, em números absolutos, o Brasil saltou da sétima para a terceira posição entre as nações com mais casos de covid-19. Com isso, se mantém como um dos países em situação mais crítica do mundo em número de infecções, atrás de Rússia, que contabiliza 317 mil casos, e Estados Unidos, com mais de 1,5 milhão.

Na lista de países com mais mortes acumuladas, o Brasil ocupa a 6ª posição. Só fica atrás de Estados Unidos (93.863), Reino Unido (36.124), Itália (32.486), França (28.218) e Espanha (27.940).

A pandemia do novo coronavírus se tornou a principal causa de mortes por dia no Brasil. O maior número de infecções continua em São Paulo, com 73.739 diagnósticos e 5.558 mortes. O Rio tem 32.089 casos e 3.412 óbitos. No Ceará são 31.413 infecções e 2.161 mortes.

O Brasil tornou-se nos últimos dias o país com maior crescimento de casos de covid-19 por milhão de habitantes (pmh). De acordo com o cruzamento de dados da plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford, desde quarta-feira, 20, o país passou a liderar o ranking que considera a confirmação de casos em um período de 24 horas e os dilui por milhão de habitantes, o que permite uma comparação de como a covid-19 está afetando países de populações distintas.

Governo disponibiliza R$ 600,00 de crédito, confira!

O aumento exponencial de casos do novo coronavírus no Brasil fez com que as orientações de distanciamento social fossem reforçadas para tentar diminuir a disseminação da Covid-19 preocupam por impactos na economia. Para tentar mitigar os problemas, o governo tomou uma série de medidas, desde a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até a possibilidade que pessoas físicas e empresas possam adiar por 60 dias o pagamento de empréstimos em bancos.

Na segunda-feira, 30, existe a expectativa do Senado Federal aprovar o benefício para trabalhadores informais afetados pela pandemia. Na Câmara, o “voucher” ficou definido o valor de 600 reais, três vezes mais que o valor divulgado inicialmente pela equipe econômica. A medida, além da aprovação dos senadores precisa de sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Confira abaixo as medidas emergenciais que já foram liberadas pelo governo e como solicitá-las e também a que aguardam atos do executivo ou aprovação do legislativo:

Pessoa física

Auxílio emergencial para informais: O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados aumenta o valor da proposta inicial da equipe de Paulo Guedes: de 200 reais para 600 reais. O voucher pode chegar a 1.200 reais no caso de mulheres que são mães e chefes de família. O benefício será pago para pessoas que sejam maiores de 18 anos, não tenham registro em carteira e nem tenham sido obrigadas a declarar Imposto de Renda em 2018. É preciso ainda cumprir pelo menos uma dessas condições: trabalhar como Microempreendedor Individual (MEI); recolher contribuição para a Previdência Social como autônomo; ser trabalhador informal inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) até 20 de março; se for trabalhador informal e não estiver em nenhum dos cadastros, é possível fazer uma auto-declaração, desde que no último mês, a renda familiar mensal tenha sido de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou três salários se contar a família toda (3.135 reais). Ainda não foi batido o martelo de como o auxílio será pago, mas deve usar bancos públicos (Caixa ou Banco do Brasil),  nos moldes de como é feito com o Bolsa Família. Será permitido fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira. Status da medida: O auxílio foi aprovado no Congresso nesta segunda-feira, 30. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste, Correios, Caixa e agências lotéricas farão os pagamentos dos benefícios, mas apelou que a população ainda não vá às agências porque o texto ainda não foi sancionado por Bolsonaro, tampouco existe ainda o sistema para os saques. (Esta informação foi atualizada às 18h51)

13º salário de segurados do INSS: O governo vai antecipar as duas parcelas do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. A medida prevê colocar mais dinheiro na mão dos idosos, grupo de risco do coronavírus. Os pagamentos são feitos junto com as folhas salariais de abril e maio. Então, o segurado recebe automaticamente. A primeira parcela, paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio, é equivalente a metade do benefício. A segunda metade do abono virá em maio (entre os dias 25 de maio e 5 de junho) e conta com o recolhimento de Imposto de Renda. Segundo o governo federal, a estimativa é colocar 46 bilhões de reais na economia com a medida. Beneficiários de auxílio-doença, salário-maternidade e salário reclusão também têm direito ao recurso. Status da medida: em vigor.

Ampliação do Bolsa Família: O governo liberou 3 bilhões de reais para ampliar o programa Bolsa Família. Com o dinheiro, fica garantida a entrada de 1,2 milhão de famílias em abril, chegando a 14.290 milhões de famílias. O recurso será usado para conceder benefício para quem já está na fila, estimada em 1,7 milhão. O programa atende a famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até 89 reais mensais, e pobreza, com renda entre 89,01 reais e 178 reais mensais. Para entrar no programa, é necessário ser cadastrado no Cadúnico. Após a avaliação do governo, é emitido um cartão pela Caixa Econômica para recebimento do pagamento. O benefício básico é de 89 reais por pessoa, podendo ter adicionais de 41 reais por filho de 0 a 15 anos  (limitado em cinco por família) ou gestante; Também há benefício de 48 reais por filho de 16 a 17 anos. Status da medida: em vigor.

Postergar pagamento de financiamento por dois meses: Autorizados pelo Banco Central, os bancos brasileiros estão estendendo o prazo de parcelas de empréstimos e financiamentos imobiliários, medida válida tanto para pessoa física quanto pessoa jurídica. As prestações podem ser passadas dois meses para frente (ou três, no caso da Caixa) para quem está com o financiamento em dia. Para solicitar a pausa, os clientes devem entrar em contato com o banco e renegociar o prazo de vencimento. É importante ressaltar que não há multa por atraso caso haja a repactuação do vencimento, mas o valor total do financiamento pode ser recalculado com as taxas de juros já vigentes. Status da medida: em vigor.

Prova de vida suspensa: O INSS suspendeu a prova de vida, que exige que segurados compareçam até bancos ou agências da Previdência para que o benefício continue a ser pago por 120 dias. O objetivo é evitar que idosos se desloquem e sejam expostos ao coronavírus. Status da medida: em vigor.

13º salário de segurados do INSS: O governo vai antecipar as duas parcelas do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. A medida prevê colocar mais dinheiro na mão dos idosos, grupo de risco do coronavírus. Os pagamentos são feitos junto com as folhas salariais de abril e maio. Então, o segurado recebe automaticamente. A primeira parcela, paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio, é equivalente a metade do benefício. A segunda metade do abono virá em maio (entre os dias 25 de maio e 5 de junho) e conta com o recolhimento de Imposto de Renda. Segundo o governo federal, a estimativa é colocar 46 bilhões de reais na economia com a medida. Beneficiários de auxílio-doença, salário-maternidade e salário reclusão também têm direito ao recurso. Status da medida: em vigor.

Ampliação do Bolsa Família: O governo liberou 3 bilhões de reais para ampliar o programa Bolsa Família. Com o dinheiro, fica garantida a entrada de 1,2 milhão de famílias em abril, chegando a 14.290 milhões de famílias. O recurso será usado para conceder benefício para quem já está na fila, estimada em 1,7 milhão. O programa atende a famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até 89 reais mensais, e pobreza, com renda entre 89,01 reais e 178 reais mensais. Para entrar no programa, é necessário ser cadastrado no Cadúnico. Após a avaliação do governo, é emitido um cartão pela Caixa Econômica para recebimento do pagamento. O benefício básico é de 89 reais por pessoa, podendo ter adicionais de 41 reais por filho de 0 a 15 anos  (limitado em cinco por família) ou gestante; Também há benefício de 48 reais por filho de 16 a 17 anos. Status da medida: em vigor.

Postergar pagamento de financiamento por dois meses: Autorizados pelo Banco Central, os bancos brasileiros estão estendendo o prazo de parcelas de empréstimos e financiamentos imobiliários, medida válida tanto para pessoa física quanto pessoa jurídica. As prestações podem ser passadas dois meses para frente (ou três, no caso da Caixa) para quem está com o financiamento em dia. Para solicitar a pausa, os clientes devem entrar em contato com o banco e renegociar o prazo de vencimento. É importante ressaltar que não há multa por atraso caso haja a repactuação do vencimento, mas o valor total do financiamento pode ser recalculado com as taxas de juros já vigentes. Status da medida: em vigor.

Prova de vida suspensa: O INSS suspendeu a prova de vida, que exige que segurados compareçam até bancos ou agências da Previdência para que o benefício continue a ser pago por 120 dias. O objetivo é evitar que idosos se desloquem e sejam expostos ao coronavírus. Status da medida: em vigor.

Para empresas

Parcelar 3 meses do FGTS:  Empresários podem suspender o recolhimento de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de seus empregados dos meses de março, abril e maio e recolher o montante parcelado em até seis vezes posteriormente. Para postergar os pagamentos, é preciso que o empresário informe no eSocial até o dia 7 de cada mês (ou até 20 de junho) para que não haja a cobrança de multas em cima do valor atrasado. Status da medida: em vigor.

Flexibilização trabalhista para férias e feriados: A medida provisória 927 flexibilizou algumas exigências trabalhistas para a concessão de férias e banco de horas a funcionários. A prerrogativa pode ser usada por empresas que estejam com as portas fechadas devido a decretos estaduais e municipais que visam minimizar o contato social entre as pessoas. No caso das férias, o empregador pode comunicar o empregado com até 48 horas de antecedência (e não mais 30 dias) sobre a concessão do período de descanso. O pagamento não precisa ser antecipado e o 1/3 de bônus de férias pode ser pago até dezembro. Com a medida, também é possível que o patrão adiante períodos de férias de quem ainda não tem direito. No caso das coletivas, está dispensada a comunicação para o Ministério da Economia e respectivo sindicato. O banco de horas também pode ser adiantado, assim como todos os feriados do ano. A suspensão do contrato de trabalho por quatro meses foi derrubada pelo governo. Status da medida: em vigor.

Postergação de declaração de pequenas empresas e MEI: Pequenas e médias empresas optantes do Simples Nacional e MEIs poderão fazer sua declaração de rendimentos até 30 de julho. A medida é da Receita Federal. O prazo para as pequenas empresas se encerrava no dia 31, e dos MEIs, em 31 de maio. Para pessoas físicas, não houve mudança no prazo. Status da medida: em vigor.

Crédito para pagamento de folha salarial de pequenas empresas: O governo anunciou que liberará uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas quitarem suas folhas de pagamento durante dois meses. No total, o crédito será de 40 bilhões de reais. Desse total, 85% (ou R$ 34 bilhões) serão subsidiados pelo Tesouro Nacional. Durante os dois meses de financiamento da folha, a empresa não poderá demitir. Isso estará no contrato de financiamento. Status da medida: aguarda publicação de medida provisória.

Governo pagará auxílio-doença a infectados por Covid-19: A Secretaria de Previdência e trabalho anunciou que o INSS pagará o afastamento dos primeiros 15 dias de pessoas com diagnóstico de Covid-19. A medida prevê mitigar os gastos de empresas que tenham funcionários afastados pela doença, já que, atualmente, é o patrão que paga pelo salário nos dias iniciais de afastamento. Só depois disso, o governo assume a conta. O grande porém é que esse trabalhador entra no final da fila do INSS, que têm cerca de 1,3 milhão de pessoas aguardando benefício. Status da medida: aguarda encaminhamento de projeto de lei ao Congresso Nacional.